Cuidar+

Cuidar+

Uma iniciativa DeCarvalho Consultorias & Serviços

Atendimento direto e soluções de cuidado para sobreviventes de VBG

Um canal seguro, ágil e humanizado

O Cuidar+ é uma iniciativa especializada da DeCarvalho Consultorias & Serviços, dedicada a oferecer um canal seguro, ágil e humanizado de escuta, acolhimento e encaminhamento para sobreviventes de violência baseada no género (VBG). Combinando rigor técnico, sensibilidade cultural e compromisso ético.

No Cuidar+ acreditamos que ninguém deve enfrentar a violência sozinho. Este espaço foi criado para oferecer apoio, informação e caminhos seguros para quem sofre ou testemunha situações de violência.

Aqui encontra linhas de denúncia gratuitas, orientação sobre confidencialidade e anonimato, e indicações de onde procurar ajuda — na Polícia, nos Serviços de Acção Social, na Procuradoria, ou no centro de saúde ou hospital mais próximo.

Denunciar é um acto de coragem e de protecção. Estamos aqui para escutar, apoiar e encaminhar. O seu bem-estar e a sua segurança são a nossa prioridade.

Missão

Oferecer um espaço confidencial e acolhedor onde cada sobrevivente de VBG possa ser escutada com empatia, encaminhada com eficácia e acompanhada com respeito — promovendo reparação, segurança e autonomia.

Visão

Ser reconhecida como referência nacional em atendimento direto e confidencial a sobreviventes de VBG, destacando-se pela proximidade, empatia e eficácia na resposta.

Princípios

  • Protecção e confidencialidade: garantimos privacidade e dignidade em cada atendimento.
  • Empatia e escuta ativa: abordagem trauma-informed centrada na sobrevivente.
  • Sustentabilidade: soluções duradouras e integradas às redes de apoio locais.
  • Orientação técnica: baseamos nossas ações em evidências e boas práticas internacionais.
  • Inclusão e diversidade: respeitamos e valorizamos a pluralidade de experiências e realidades.

O que oferecemos

Canal de Escuta e Acolhimento

Atendimento multicanal (presencial, telefónico, digital). Protocolos de escuta ativa e abordagem trauma-informed.

Sistema de Gestão de Casos

Plataforma segura para registro e acompanhamento. Classificação por tipo de violência e perfil da sobrevivente.

Kit de Primeira Resposta

Guias de atendimento sensível. Materiais informativos para sobreviventes. Cartões de encaminhamento.

Módulos de Formação e Capacitação

Capacitação de equipas. Conteúdos sobre ética do cuidado, confidencialidade, escuta ativa.

Campanhas de Comunicação

Materiais visuais culturalmente ressonantes. Estratégias de engajamento comunitário.

Ferramentas de Monitoramento e Aprendizagem

Indicadores de impacto e qualidade. Instrumentos de feedback. Relatórios técnicos.

Manual Operacional Cuidar+

Directrizes éticas e técnicas. Procedimentos padronizados para atendimento e protecção.

Nossa abordagem

  • Protecção, confidencialidade e dignidade
  • Escuta ativa e abordagem trauma-informed
  • Integração com redes de apoio locais
  • Alinhamento com padrões internacionais (OMS, GBV AoR, UNFPA)

Profissionais multidisciplinares com compromisso ético e técnico

A equipa do Cuidar+ é composta por profissionais com sólida experiência em atendimento direto, protecção social, saúde mental, gestão de casos e resposta a violência baseada no género (VBG). Cada membro traz consigo um compromisso ético e técnico com a dignidade, segurança e autonomia das sobreviventes.

  • Coordenadora de Atendimento e Protecção — Psicologia Clínica e Direitos Humanos; 10+ anos em atendimento psicossocial a sobreviventes de VBG; especialização em abordagem trauma-informed.
  • Gestor(a) de Casos e Encaminhamentos — Serviço Social e Gestão de Projetos; implementação de sistemas de gestão de casos com protocolos éticos; articulação com redes locais de apoio.
  • Especialista em Formação e Sensibilização — Educação Comunitária e Estudos de Gênero; desenvolvimento de módulos de capacitação para atendimento sensível; campanhas de prevenção.
  • Analista de Monitoramento e Aprendizagem — Estatística Social e Avaliação de Programas; indicadores de impacto e ferramentas de feedback; relatórios técnicos para doadores e parceiros.
  • Especialista em VBG e Justiça de Gênero — Estudos de Gênero, Sociologia e Saúde Pública; políticas e protocolos de resposta a VBG; abordagem centrada na sobrevivente.
  • Designer de Comunicação Humanizada — Design Gráfico e Comunicação para Mudança Social; materiais visuais acessíveis e culturalmente sensíveis.

Estrutura: Direcção Geral (Coordenador — D'bora de Carvalho); Oficiais Provinciais; Facilitadores comunitários; Comunicação e engajamento comunitário; Monitoria, Avaliação e Aprendizagem.

Contacto dedicado e linhas de apoio

Para pedir apoio, encaminhamento ou informações em total confidencialidade:

Perguntas Frequentes – Cuidar+

1Onde posso pedir ajuda se eu ou alguém próximo sofre violência?

Pode ligar para a Linha Verde 1458 ou para a Linha Fala Criança 116 (se for menor de idade). Também pode procurar apoio directamente na Polícia, nos Serviços de Acção Social, na Procuradoria, no centro de saúde ou hospital mais próximo.

2A minha denúncia será mantida em segredo?

Sim. Todas as denúncias são tratadas com confidencialidade. O objectivo é proteger a vítima e garantir que receba apoio sem medo de exposição.

3Posso denunciar sem dizer o meu nome?

Sim. É possível fazer denúncias de forma anónima. Mesmo sem se identificar, a sua voz ajuda a proteger quem precisa.

4O que acontece depois de eu denunciar?

A denúncia é encaminhada para os serviços competentes. Pode haver investigação, medidas de protecção imediata, atendimento médico e acompanhamento psicossocial. O mais importante é que alguém vai cuidar do caso.

5O que devo fazer se alguém próximo de mim sofre violência?

Escute com carinho e sem julgamento. Incentive a pessoa a procurar ajuda através das linhas de denúncia ou nos serviços de saúde ou acção social. Se houver perigo imediato, contacte a polícia. Apoie para que não se sinta sozinha.

6Que tipos de violência podem ser denunciados?

Violência física, abuso sexual, exploração e abuso sexual, assédio sexual, violência patrimonial, violência psicológica.

7E se eu tiver medo de represálias?

Existem medidas de protecção que podem ser aplicadas, como afastamento do agressor, acompanhamento policial ou encaminhamento para casas de abrigo. O mais importante é garantir a sua segurança.

Quer saber mais ou estabelecer parceria?

Entre em contacto para acolhimento, encaminhamento ou colaboração com o Cuidar+. Respondemos assim que possível.

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